Logo da Sofist

Sofist na Mídia

A Sofist - empresa especializada em redução e prevenção de problemas em produtos digitais, por meio de testes profissionais de software - está em busca de profissionais de tecnologia para São Paulo (SP) e Campinas (SP). Com oportunidades focadas em Quality Assurance, tanto para aplicações mobile ou para sistemas web, a companhia busca candidatos com capacidade de resolver problemas e que estejam constantemente buscando maneiras de aprimorar o resultado do seu trabalho.

Contato para imprensa

imprensa@sofist.com.br

O mercado está aquecido e os investimentos em projetos digitais cresceram. Segundo dados do estudo Digital Transformation Investment 2020, publicado em julho no portal CIO, 70% das empresas aumentaram ou mantiveram gastos com transformação digital durante a pandemia. Este estudo confirma que muitas companhias estão usando este momento de crise global para direcionar recursos para a renovação e inovação tecnológica. Contudo, dentro dos orçamentos voltados para a tecnologia e inovação, a parcela de investimento em Qualidade é, muitas vezes, inexistente ou muito subestimada.

A TI das empresas não está totalmente comprometida em garantir a qualidade de seus produtos digitais porque consideram isso um gasto e não um investimento. Não existe uma Cultura de Qualidade bem estabelecida, pois ações que vão nesta direção ainda são vistas como opositoras à inovação. Muitas empresas podem entender que mais pessoas desenvolvendo um sistema pode significar mais produtividade e agilidade nos processos, o que nem sempre é real.

Sofist Icon

“Aqui é um lugar que respira tecnologia”. É assim que o empresário Bruno Abreu define o Polo Tecnológico de Campinas, no interior paulista. Há 10 anos, junto com o sócio, ele fundou na região – que é conhecida com o Vale do Silício brasileiro – a Sofist, empresa especializada em redução e prevenção de problemas em produtos digitais. O negócio cresceu quase 60% em faturamento no último ano e para 2018 a estimativa é nova alta de pelo menos 55%. 

O que você faria se alguém dissesse que seu e-commerce não está aproveitando todas as oportunidades, e que sua taxa de conversão poderia ser maior? Imagino que num primeiro momento você buscasse justificativas como: “não há como melhorar”, “faltam recursos financeiros”, “a média de conversão nos e-commerces no Brasil é assim mesmo”, etc. Quer um conselho? Não vá por esse caminho.

A Sofist, empresa que desenvolve soluções para testes de sites e apps, começa a trabalhar com o desenvolvimento de uma farm (fazenda, na tradução em português) de dispositivos. Atrelado a um software da companhia, esta fazenda de celulares simula o comportamento de um app (ou webapp) em diversos dispositivos, como smartphones a tablets. 

Prestes a completar uma década, a Sofist nasceu nos corredores da Unicamp na esteira de problemas em software e aplicações. A empresa, sediada em Campinas (SP), atua na redução e prevenção de falhas ou erros em produtos digitais por meio de testes profissionais de soluções, mas em um conceito muito diferente da tradicional fábrica de software. “Nossa proposta é evitar prejuízos por parte das empresas. Um e-commerce, por exemplo, se tiver problemas na conversão perde milhões de reais”, destaca Bruno Abreu, fundador e CEO da Sofist.

Falar de Black Friday com quase quatro meses de antecedência pode soar estranho a alguns ouvidos. Acontece que “antecipação” deveria ser uma palavra de lei para as lojas virtuais nesse período do ano. Sim, a prevenção pode evitar eventuais prejuízos. E precisa começar agora. Há quase uma década, a BF é motivo de grandes problemas e polêmicas no Brasil. Desde 2011, enfrentamos (como consumidores) dificuldades como instabilidade, atrasos na entrega, cancelamento de pedidos e até propaganda enganosa. 

Não é preciso dizer que melhorar o desempenho dos negócios é uma atividade mandatória para os executivos de qualquer marca. E quando nos referimos à performance, falamos de métricas como satisfação dos clientes, retenção, memória de marca, vendas, etc. No caminho do sucesso, sabemos que não há uma fórmula ou solução mágica: é preciso inovar, mas inovar certo! No caso dos e-commerces, uma das inovações pode ser o plugin.

Apps e sites móveis são cada vez mais importantes no ecossistema digital brasileiro e vêm tomando espaço dos sites tradicionais para web. É possível notar essa tendência quando analisados os dados operacionais da Sofist, uma empresa de Campinas especializada em realizar testes em produtos digitais para identificar eventuais problemas de usabilidade ou de configuração que atrapalham a experiência do usuário. No ano passado, 70% dos testes realizados pela empresa foram em produtos móveis, contra 30% em produtos web. Três anos atrás essa proporção era inversa, relata Harry Ballas, um dos sócios da Sofist.

A Black Friday deste ano também revelou uma fragilidade dos grandes e-commerces: infraestrutura tecnológica. Segundo levantamento da empresa de testes de software One Day Testing, que monitorou 43 dos maiores e-commerces durante a Black Friday, 83,7% apresentaram instabilidade em algum momento e 32% dos sites ficaram, juntos, 4 horas e 16 minutos fora do ar, resultando em perda de faturamento de pelo menos R$ 6,4 milhões durante as primeiras quatro horas do evento.

Bem, como nem tudo na vida é só alegria e os erros servem também para melhorar, os problemas estruturais atrapalharam muitas transações. A One Day Testing, especialista em testes de produtos digitais, monitorou 43 lojas virtuais com alto volume de acessos e registrou diferentes tipos de erros encontrados pelos consumidores, como tempo de carregamento e quantidade de dados transferidos.

Rotinas de teste são processos críticos no desenvolvimento de sistemas confiáveis. Pensando nisso, uma startup de Campinas desenvolveu uma abordagem para tornar mais comum essa tarefa muitas vezes ignoradas.
Com a premissa de fazer a verificação de falhas em aplicações em um período de um dia, a One Day Testing vem ganhando destaque no cenário regional. Recentemente, a companhia venceu as eliminatórias sul-americanas e se classificou para a final da Software Testing World Cup.

Todo domingo é a mesma história. A internet vai à loucura enquanto assiste “Game of Thrones” e comenta ferozmente sobre o episódio nas redes sociais. Uma hora depois, começam as críticas: o público vai procurar o serviço de streaming HBO Go e começa a receber as mensagens de que não é possível reproduzir o conteúdo.

A Black Friday de 2018 bateu recordes de faturamento e vendas no Brasil. Em cinco dias de descontos em boa parte dos varejistas online os brasileiros gastam mais de R$3,4 bilhões, quase 20% mais que no mesmo período do ano passado, segundo dados da ClearSale, empresa que monitora fraudes digitais. No comércio eletrônico, a data já rivaliza com o Natal como período mais aquecido do ano. 

A Black Friday de 2018 foi um sucesso, especialmente no Brasil, onde a data transformou o varejo brasileiro. Lojas físicas e virtuais tiveram resultados surpreendentes, porém, este segundo grupo poderia ter ido ainda melhor, não fossem problemas técnicos inerentes a esta modalidade de comércio. Segundo estudo da Sofist, empresa que monitora tráfego virtual e especialista em prevenção de problemas digitais, os e-commerces brasileiros perderam o equivalente a R$ 23,9 milhões em vendas por falhas técnicas.

É muito importante que o dono de um negócio digital conheça esse conceito. Empresário criou uma startup para ajudar outras empresas a evitar que um cliente, ou potencial cliente, sofra de 'frustração digital'.
A “frustação digital” ocorre quando o cliente fica insatisfeito com o serviço prestado pelo empreendimento virtual.

A necessidade de inovar com frequência um produto digital pode interferir na experiência do consumidor.
Com o crescimento do mundo digital nos últimos anos, as empresas passaram a priorizar a qualidade do atendimento e a experiência do consumidor. Até um tempo atrás, o produto ou serviço mais barato era o que mais tinha procura.

Criar um aplicativo, desenha funcionalidades, gerar um produto digital e engajar o usuário: veja quais erros podem ser evitados durante esse processo.
Os smartphones e aplicativos estão em toda parte e promovem facilidades que não eram possíveis há alguns anos.

Além de preços competitivos, incentivos como frete grátis e boa divulgação, os varejistas ainda precisam oferecer um site com estrutura para aguentar um fluxo maior durante a Black Friday. Por isso, grandes varejistas estão submetendo seus e-commerces a testes de carga e desempenho para garantir que as páginas não caiam durante a sexta.

De acordo com levantamento da empresa de testes de softwares Sofist, realizado para o Valor, entre as 22h de quinta-feira e as 2h de sexta-feira, 22 de 104 lojas virtuais monitoradas ficaram fora do ar em algum momento, somando um total de 5 horas e 45 minutos de indisponibilidade para o consumidor.

O site Reclame Aqui informou, no início da noite desta sexta-feira (29), que recebeu 7,1 mil reclamações de consumidores a respeito da Black Friday desde as 11h até as 18h de hoje. De acordo com o site, o volume é 50,5% maior que o registrado em igual período da Black Friday do ano passado, quando houve 3,3 mil queixas. Além disso, o total supera o número de reclamações de todo o ano de 2018, de 5,6 mil.

O desempenho do varejo na Black Friday ficou acima das expectativas das grandes varejistas e, em entrevista ao Valor, os comandos do Magazine Luiza e da Via Varejo (Casas Bahia e Ponto frio) dizem que isso sinaliza um início mais consistente de recuperação econômica.

O desempenho do varejo na Black Friday ficou acima das expectativas das grandes varejistas e, em entrevista ao Valor, os comandos do Magazine Luiza e da Via Varejo (Casas Bahia e Ponto frio) dizem que isso sinaliza um início mais consistente de recuperação econômica.

O desempenho do varejo na Black Friday ficou acima das expectativas das grandes varejistas e, em entrevista ao Valor, os comandos do Magazine Luiza e da Via Varejo (Casas Bahia e Ponto frio) dizem que isso sinaliza um início mais consistente de recuperação econômica.

O faturamento do varejo na Black Friday cresceu 23,% em relação ao ano passado. Em 2019 a data de descontos rendeu R$ 3,2 bilhões ao setor. A data teve mais aderência entre pequenos e médios varejistas, com um m-commerce mais fortalecido e mais pessoas aproveitando os descontos.

A pandemia do novo coronavírus está provocando impactos em todas as áreas da economia global. A restrição da circulação e as regras de distanciamento estão fazendo com que a sociedade se adapte a um cenário bem diferente do que era visto há alguns meses. Se por um lado algumas atividades estão sendo paralisadas ou reduzidas, por outro, alguns serviços estão com uma demanda maior. É o caso das vendas de produtos voltados para saúde e alimentação, bem como os deliverys e e-commerces.

A transição do varejo físico para o digital fez com que o Magazine Luiza se tornasse um dos principais e-commerces do país na atualidade. Os números não mentem: na última Black Friday foram mais de 2 milhões de pedidos somente na sexta-feira, uma participação de mais de 50% nas vendas da empresa. Segundo dados divulgados pelo Magazine Luiza, foram em média 1.245 pedidos por minuto, sendo 723 em loja e 522 no online, somente na sexta-feira da Black Friday.

Desde o início da pandemia, em março, o Brasil registrou a abertura de mais de uma loja virtual por minuto. Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), foram criadas 107 mil novas lojas online. Outros dados do MCC-ENET e do Compre & Confie mostram que as vendas online mais que dobraram em junho de 2020, se comparadas ao mesmo período do ano passado.

Em sua 15ª edição, o ranking Melhores Empresas para Trabalhar em TI 2020 recebeu números recordes de inscrição. Ao todo, 508 empresas submeteram-se ao selo, representando um universo de 212.665 funcionários. A iniciativa realizada pelo Great Place To Work (GPTW), e divulgada com exclusividade pela IT Mídia, reconhece as empresas cujos esforços garantem os melhores lugares para talentos se desenvolverem em Tecnologia.

As instabilidades nos sistemas de venda on-line nesta Black Friday foram menores que em 2019, o que levou a um recuo de 34% nas perdas de vendas geradas com panes ou inconstâncias no sinal, atingindo R$ 12 milhões, segundo a Sofist, empresa de testes de software.

As primeiras 12 horas da Black Friday 2020 renderam um prejuízo de R$ 12 milhões às lojas online, de acordo com um estudo preliminar divulgado nesta sexta-feira (27). Esse dado reflete os problemas técnicos enfrentados pelas empresas no intervalo, que diminuiu cerca de 34% quando comparado ao mesmo período do ano passado.

A décima edição da Black Friday no país foi bem diferente de todas as outras. As reclamações subiram pouco, não houve pane nos sistemas e as vendas na data do evento, na sexta-feira passada, cresceram menos que nos dias anteriores.

Um levantamento da Sofist mostra que a lentidão e a instabilidade no comércio online custou ao menos 48,7 milhões de reais aos cofres das varejistas — apesar do número consideravelmente alto, houve uma evolução em relação a 2019, quando as lojas virtuais perderam 132 milhões de reais na mesma base de comparação.

Para quem quer fazer uma compra online, cada milésimo de segundo conta — ainda mais quando a data é uma das mais aguardadas no varejo. A lentidão e instabilidade dos sites fizeram com que o varejo online perdesse pelo menos R$ 48,7 milhões na última Black Friday.

R$ 47,8 milhões de reais. Esse foi o prejuízo mínimo que a lentidão e a instabilidade dos e-commerces causaram ao varejo brasileiro durante a Black Friday e a Cyber Monday. O cálculo faz parte de um estudo realizado pela Sofist com 105 lojas virtuais, a partir de servidores localizados em São Paulo. A análise foi feita das 22h da quinta-feira (26/11) até as 23h59 de segunda-feira (30/11), e revelou gargalos graves, que além de causarem prejuízos, impactam negativamente a experiência do consumidor.

A lentidão e a instabilidade dos e-commerces durante a Black Friday e a Cyber Monday custou ao varejo online brasileiro ao menos R$ 48,7 milhões, segundo levantamento da Sofist. Em 2020, a empresa acompanhou 105 lojas virtuais a partir das 22h da quinta-feira (26) até as 23h59 de segunda-feira (30), período que engloba tanto a Black Friday quanto a Cyber Monday).

Certa vez, conheci uma empresa que tinha a seguinte prática: quando uma crise acontecia, eles montavam “salas de guerra” onde reuniam pessoas de times diversos para que pudessem atuar na resolução dos problemas. Era impressionante o número de salas e colaboradores que eles convocavam ao mesmo tempo, devido ao grande número de crises que surgiam.

A migração dos consumidores e dos negócios para o ambiente online colocou o software em evidência, e sustentar modelos digitais cada vez mais depende de qualidade. E não se trata apenas de testar as aplicações no fim do desenvolvimento – é preciso adotar uma cultura de qualidade em todas as fases do processo de criação de uma aplicação. 

Já perdi as contas de quantas vezes me solicitaram um Quality Assurance (QA) por um ou dois meses, para que esse profissional ajudasse a “apagar um incêndio”. E por incêndio estou me referindo a problemas importantes em projetos digitais extremamente estratégicos.

A adoção do trabalho remoto trouxe benefícios e desafios aos gestores e aos colaboradores. Ele possibilitou a contratação de pessoas que não residem nas cidades onde estão sediadas as empresas. Ao mesmo tempo, o gerenciamento de uma equipe, que passou a atuar de forma 100% remota, gerou desafios como o distanciamento entre os gestores [...]

Dentro de alguns anos, 2 ou 3 para ser mais exato, veremos uma transformação muito forte no escopo de trabalho do Quality Assurance (QA). A tendência é que este profissional deixe a “cadeira” de execução de testes, geralmente no final do processo de desenvolvimento, e passe a atuar como protagonista para a mudança de cultura.

A Sofist, consultoria ultra especializada em qualidade de software, sediada em Campinas, no interior do estado de São Paulo, tem a meta de crescer em 46% seu faturamento a cada ano e fechar 2026 com um faturamento de R$ 140 milhões. Para atingir esse objetivo, a empresa promove entre os desenvolvedores de software e donos desses produtos a cultura da qualidade, que norteia a Sofist desde sua fundação em 2008.

Conversar por algumas horas com Bruno Abreu, cofundador e CEO da Sofist, é ter a certeza de que há gente na linha de frente das empresas brasileiras preocupada com as consequências da economia digital para os consumidores e para as empresas. Preocupação essa materializada na educação do mercado digital para que a cultura da qualidade esteja integrada do começo ao fim do processo de desenvolvimento de um produto digital.

Você tem curiosidade de saber como nos preparamos para grandes liquidações? Como testamos que muitos acessos no nosso site numa Black Friday não vai dar ruim? No episódio de hoje falamos como nos preparamos para as grandes liquidações que o Magalu faz e pra esse papo, trouxemos duas pessoas parceiras demais do Labs nesses testes que fazemos! Chega+ e bora ouvir esse episódio, que tá muuuito massa!

O lançamento do jogo Cyberpunk 2077 gerou perdas financeiras à CD Projekt Red (CDPR) devido a bugs que atrapalhavam a experiência do usuário. Isso fez com que a empresa tivesse que devolver o dinheiro pago por seus clientes, gerando um custo total superior a US$51 milhões. Além disso, por ser uma empresa de capital aberto, o valor de suas ações caiu logo após o lançamento do jogo em dezembro de 2020.

A Sofist está com 15 vagas abertas para as áreas de testes humanos, testes automatizados, testes de performance e também para a área de negócios. As áreas de testes contam com posições tanto para analistas como para coordenação. Já para a área de negócio, a empresa procura profissionais com experiência em redação de textos para posições em produção e revisão de conteúdo e para a área de pré-vendas. Todas as vagas são para home office.

A Sofist, consultoria especializada em qualidade de software, está com vagas abertas para as áreas de testes humanos, testes automatizados, testes de performance e também para a área de negócios.

O mês de setembro chega ao fim e a demanda das empresas por profissionais do setor de tecnologia segue a toda velocidade. E isso inclui posições para áreas relacionadas, como Marketing Digital, Produto, UX, entre outras. E o Canaltech selecionou as melhores vagas de emprego — incluindo posições de estágio — de companhias de todos os portes.

O lançamento do jogo eFootball, antigo Pro Evolution Soccer (PES), no dia 30 de setembro, relembra a importância dos cuidados na hora de atualizar um produto digital. A disponibilização da primeira das três fases do jogo rendeu matérias negativas publicadas na mídia especializada em jogos e esportes.

A Sofist abriu um programa que tem o objetivo de contratar profissionais que gostem de tecnologia e queiram trabalhar com qualidade de software. O candidato deve ter mais de 18 anos e residir no Brasil. Não é necessário ter graduação ou experiência anterior na área de TI.

Lentidão e instabilidade técnicas nos e-commerces nas primeiras 12 horas de Black Friday podem ter gerado um prejuízo de R$ 8,1 milhões aos lojistas. É o que aponta a projeção da Sofist, que já está em sua quinta edição.

A Sofist abriu um programa que tem o objetivo de contratar profissionais que gostem de tecnologia e queiram trabalhar com qualidade de software. O candidato deve ter mais de 18 anos e residir no Brasil. Não é necessário ter graduação ou experiência anterior na área de TI.

A qualidade é escalada com automação. Mas e o olhar humano? No episódio de hoje falamos como podemos garantir e estimular a cultura da qualidade de software em escala e como o olhar humano também é fundamental em outras frentes de testes! E pra esse papo, trouxemos duas pessoas parceiras do Labs! Chega+ e bora ouvir esse episódio, que tá muuuito massa!

O balanço da Black Friday e da Cyber Monday aponta instabilidades que causaram perdas de R$ 36 milhões ao e-commerce. A  Sofist monitorou 116 lojas virtuais com grande acesso das 22 horas da quinta-feira, 25, até às 23 horas e 59 minutos da segunda-feira, 29.

Um levantamento anual da Sofist revela o tamanho do prejuízo com um dos principais vilões da experiência do cliente nos comércios eletrônicos durante a Black Friday: a lentidão e instabilidade dos e-commerces.

Empresas estão com seleções abertas. A Sofist está com 13 vagas de emprego para trabalho em home office destinadas a pessoas de todo o país e uma no modelo híbrido para Campinas (SP).

CEO da Sofist conta o que aprendeu quando decidiu conduzir uma empresa milhares de quilômetros distante dos funcionários.

Você já começou a preparar seu time para oferecer uma boa experiência ao cliente e alcançar seus objetivos no e-commerce?

Quantos profissionais de QA (quality assurance) por desenvolvedor é preciso ter na equipe? Como executar todas as possibilidades de testes? Como resolver qualidade de uma maneira 100% automatizada?

Vimos que o software ganhou importância em empresas dos mais variados setores da economia. Ele está substituindo, complementando o espaço físico, um produto, ou serviços da marca e essa digitalização tem se desenvolvido de diferentes formas. Apesar de todos os mercados tradicionais passarem por esse processo, virar uma empresa digital baseada em software não é simples...

Executiva irá liderar nova diretoria com o objetivo de integrar áreas operacionais e desenvolver novos modelos de negócios para a consultoria

A Sofist ajuda empresas a reduzirem problemas nos produtos digitais, para que tenham uma experiência positiva. Bruno Abreu, o Ceo, discute no Brain Hub como as empresas podem evitar que consumidores tenham uma experiência negativa em seu contato com as marcas.